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30 trabalhos que não existem mais

Empregos que não existem mais

11/12/2019 16:16:03

 30 trabalhos que não existem mais

 Empregos que não existem mais

Lembra dos caçadores de ratos e dos balconistas das videolocadoras? Muitas profissões desapareceram ao longo dos anos, à medida que a sociedade mudou e a tecnologia progrediu. Veja a seguir 30 empregos que não existem mais. 

Leitores de fábrica

A partir do final do século XIX, as fábricas de charutos cubanos contratavam leitores. A função deles era ler jornais e principalmente livros de esquerda para os trabalhadores. No início do século XX, a profissão chegou aos EUA. No entanto, os donos das indústrias baniram a prática em 1931. Alegaram que os leitores espalhavam ideias comunistas e anarquistas para os empregados.  

'Knocker-upper' (despertador humano)

Nos tempos em que os alarmes de relógios eram caros e pouco confiáveis, os knocker-upper eram encarregados de acordar os trabalhadores das fábricas. Eles faziam rondas todas as manhãs e batiam nas portas das casas com um bastão ou algo parecido. A profissão era bastante comum nas cidades industriais da Grã-Bretanha e da Irlanda. Até a década de 1950, alguns lugares ainda mantinham a prática. 

Coletor de solo noturno

Essa ocupação exigia uma combinação de péssimo olfato e estômago forte. Os coletores de solo noturno tinham o infeliz trabalho de remover os dejetos humanos dos banheiros das casas. A profissão era predominante no século XIX nos EUA, Europa e Austrália, antes dos sistemas de esgoto serem construídos. Contudo, em alguns países, entre eles Índia e Japão, esse tipo de emprego ainda existe. 

Trocador de bobinas

Infelizmente, até o início do século XX, o trabalho infantil era uma realidade em muitos países ocidentais. Os trocadores das fabricas têxteis, por exemplo, eram na maioria das vezes garotos. A profissão exigia que o empregado possuísse dedos ágeis, pois a função dele era remover e trocar as bobinas das molduras giratórias. Esse tipo de trabalho era comum nos EUA até 1933, quando o trabalho infantil foi proibido. 

Caçador de ratos

Uma profissão que parece ter sido tirada dos contos de fadas, os caçadores de ratos usavam de tudo, desde furões e cães terrier a venenos e armadilhas para pegar os roedores dos vilarejos e das cidades. Entretanto, eles eram acusados de soltarem os ratos que haviam capturados para serem contratados novamente. Hoje em dia, o ramo é controlado pelos técnicos de controle de pragas. 

Carvoeiro

Essa é outra profissão que felizmente desapareceu. A função de separar as impurezas do carvão era feita principalmente por crianças. O trabalho era perigoso e os empregados frequentemente cortavam ou queimavam as mãos. Em casos extremos, alguns perdiam a vida. Todavia, no final dos anos de 1800 e começo dos anos de 1900, a condenação pública sobre a profissão cresceu. Dessa maneira, em 1920, a prática foi finalmente banida. 

Vendedor ambulante de muffin

Você já viu um vendedor de muffin? No Reino Unido, havia um vendedor ambulante que ia de casa em casa, na hora do café da manhã, carregando uma bandeja de bolinhos ingleses na cabeça. A prática continuou em algumas cidades até o século XX. A foto acima, tirada no ano de 1924, retrata um vendedor ambulante de muffin em Londres. 

Fabricante de chicote para cavalo

Essa profissão é um exemplo clássico de como o avanço tecnológico pode acabar com um setor inteiro. A indústria de chicotes para cavalo prosperou na década de 1890, mas declinou já no começo do século XX, por conta do surgimento do automóvel e a substituição das carruagens. 

Fabricante de chicote para cavalo

Essa profissão é um exemplo clássico de como o avanço tecnológico pode acabar com um setor inteiro. A indústria de chicotes para cavalo prosperou na década de 1890, mas declinou já no começo do século XX, por conta do surgimento do automóvel e a substituição das carruagens. 

Vendedores de gelo

Entretanto, não era função dos cortadores entregar os gelos nas casas e nas empresas. Essa função era feita pelos vendedores, chamados de homens do gelo ou, em menor escala, mulheres do gelo, como podemos observar na foto acima, tirada em Nova York durante a Primeira Guerra Mundial. Aos poucos a profissão foi decaindo e quase chegou a desaparecer por completo na década de 1950. Contudo, as comunidades Amish, que preferem evitar a eletricidade, ainda mantêm a prática viva. 

Acendedor de lampiões

No final do século XIX, as cidades da Europa e da América do Norte eram iluminadas por lâmpadas movidas a gás. Dessa maneira, ao entardecer, funcionários públicos eram acionados para acendê-las. No início do século XX, a iluminação a gás foi substituída pela elétrica, decretando o fim da profissão. Todavia, alguns lugares, como por exemplo Londres, ainda mantêm a prática viva. A capital inglesa possui cinco acendedores de lampiões responsáveis por acender 1.500 lâmpadas. 

Açougueiro de carne de cavalo

Alguns açougueiros se especializaram em vender carne de cavalo, que não era muito popular no Reino Unido e nos EUA até os anos de 1940. A carne de cavalo era considerada uma alternativa barata e pouco desejada da carne bovina. Além disso, nos países de língua inglesa ela virou um tabu. Desse modo, hoje em dia, é praticamente impossível encontrar um açougueiro especializado nesse produto. 

Vendedor de carne de baleia

Da mesma maneira, em 2018, você não encontrará nenhum nova-iorquino que coma carne de baleia regularmente. Entretanto, antigamente, esse iguaria era algo comum no prato das classes mais abastadas da cidade. Com a ascensão desses setores sociais, a carne acabou caindo em desgosto e o comércio, pelo menos nos EUA, virou história. 

Fornalheiro

O fornalheiro, também chamado de foguista, era o indivíduo encarregado de cuidar do fogo da fornalha de um trem ou navio a vapor, ou de uma serraria. O emprego demandava contato constante com o carvão e o empregado ficava exposto a altas temperaturas. Contudo, graças à ascensão de locomotivas e navios movidos por eletricidade, no século XX, a profissão se tornou obsoleta. 

Operador de telégrafo

Inventado na década de 1830, o telégrafo elétrico permaneceu como a maneira mais rápida de comunicação até ser substituído pelo telefone no século XX. O operador de telégrafo era responsável por enviar e receber mensagens, além do mais, ele deveria ser fluente em código Morse. Todavia, os salários eram bem generosos e a competição por um emprego desses era grande. 

Mensageiros de telegrama

Na Europa e na América do Norte, garotos eram empregados para enviarem ou receberem telegramas de agências de correios ou de empresas de telégrafo, como por exemplo, a Western Union. Chamados de mensageiros, os jovens que trabalhavam no ramo normalmente tinham mais de 10 anos de idade. Além disso, eles distribuíam os telegramas a pé ou de bicicleta e, mais tarde, via motocicleta. Em alguns lugares do Reino Unido, a prática durou até a década de 1970. 

Armador de pinos

Assim como os mensageiros de telegramas, os armadores de pinos eram na maioria das vezes garotos. Trabalhando nas pistas de boliche pela América do Norte, a função deles era colocar no lugar os pinos que eram derrubados pelas bolas. Na década de 1940, após a invenção do armador de pinos mecânico, a profissão rapidamente acabou. Entretanto, poucas pistas de boliche ainda mantém a prática viva. 

Condutor de toras

Os condutores de toras arriscavam a vida para mover grandes quantidades de madeiras, antes de surgirem ferrovias e estradas para transportá-las. Até a década de 1970, em alguns lugares da América do Norte, essa profissão ainda existia, antes de ser definitivamente proibida pela legislação ambiental. Todavia, tradicionalmente em menor escala, a prática se mantém no norte da Espanha. 

Vendedor de dentes usados

Durante boa parte do século XX, o acesso ao tratamento dental era algo limitado, especialmente na Europa. Desse modo, muitas pessoas com dentes apodrecidos, que não conseguiam arcar com os custos de um dentista, recorriam a dentes falsos de segunda mão. Em 1948, o Serviço Nacional de Saúde baniu a prática no Reino Unido. Entretanto, algumas áreas da Europa ainda mantiveram esse tipo de comércio por mais algum tempo (a foto acima foi tirada na cidade de Amsterdã. em 1955). 

Computadores humanos

Os computadores humanos trabalhavam em organizações que processavam números até a década de 1960. Na época em que a ciência era dominada por homens brancos, essa profissão era notavelmente inclusiva. Isso fica bem claro em Hidden Figures, um livro de Margot Lee Shetterly, que conta a história de três mulheres afro-americanas, Katherine Johnson (foto), Dorothy Vaughan e Mary Jackson, que trabalharam como computadores humanos pela NASA. O filme do livro, "Estrelas Além do Tempo" foi indicado ao Oscar. 

Operador de linotipo

No final do século XIX até a década de 1980, jornais e revistas usavam máquinas de linotipo para tipografia. Com a ascensão dos computadores, os linotipos se tornaram obsoletos. Os operadores dessas máquinas trabalhavam por longas horas e em salas barulhentas. O volume era tão alto, que dizem que o New York Times dava preferência para candidatos com deficiência auditiva para assumirem a função. 

Garota do cigarro

Jovens mulheres carregando uma bandeja repleta de cigarros era algo comum em restaurantes, cinemas, bares, baladas e aeroportos nos EUA, entre as décadas de 1920 e 1950. A prática acabou quando surgiram as máquinas de cigarros na década de 1960. 

Operador de elevador / ascensorista

Durante a primeira metade do século XX, os elevadores eram manuais e exigiam alguém para operá-los. Surgiram assim os ascensoristas (ou operadores de elevador). Entretanto, a profissão declinou nos anos de 1930, quando os elevadores automáticos começaram a substituir os modelos manuais. Contudo, há ainda lojas de departamentos e prédios residenciais que mantém a prática como uma novidade luxuosa. 

Soda jerk (operador de máquina de refrigerantes)

Geralmente rapazes jovens, os "soda jerks" operavam as máquinas de refrigerantes nas farmácias dos EUA. Eles eram encarregados de preparar xaropes e sorvetes para os clientes. Essa profissão cresceu bastante nos anos de 1920 e era popular até a década de 1950, quando surgiram os restaurantes de fast food. 

Projecionista

Outra vítima do advento da tecnologia, o projecionista de cinema foi extinto devido ao surgimento da projeção digital. Requerendo pouca habilidade, a função atualmente é realizada pelos funcionários que vendem ingressos ou fazem pipocas no cinema. 

Datilógrafo

Durante boa parte do século XX, as empresas empregavam datilógrafos para produzir e editar documentos, até o advento dos computadores e das fotocopiadoras nas décadas de 1980 e 1990. Hoje em dia, é difícil achar uma companhia que ainda emprega datilógrafos. 

Vendedor de enciclopédias

Depois da popularização em massa da internet, a profissão de vendedor de enciclopédias acabou extinta. Vestidos elegantemente e bastantes insistentes, eles iam de porta em porta a procura de um comprador para os seus livros. 

Comerciantes de trapos

Os britânicos de uma certa idade lembrarão com carinho do comerciante de trapos. Percorrendo as ruas com suas carroças e tocando sinos, eles compravam objetos (tranqueiras) dos moradores. De um modo geral, na década de 1980, a profissão acabou. Dessa maneira, muito desses comerciantes entraram para o ramo das sucatas. 

Balconista de videolocadoras

Graças aos streaming online dos dias de hoje, a prática de ir a uma locadora e escolher os filmes, além de rebobinar as fitas cassetes, não existe mais. A Blockbuster, por exemplo, empregou 84.300 funcionários no seu auge em 2004, além de ter mais de 9 mil locadoras. Atualmente, resta apenas uma loja da empresa em Oregon. 

Telefonista

"Telefonista, por favor conecte essa ligação", era uma frase frequentemente dita nos dias em que as companhias de telefones tinham quadros de distribuição manuais. As telefonistas, que eram normalmente mulheres, colocavam um plug de telefone em um conector para realizar a chamada. Os quadros de distribuição automáticos surgiram nos anos de 1960 e, finalmente na década de 1980, a profissão já não existia mais. 

Texto Extraído do Site MSN.

 

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